segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Morte.

A morte seria algo facinante, diante deste mundo imundo no qual vivemos. Eu queria uma saída, não sabia o que fazer nesta situação. Esses que se dizem grandes, que governam a gente, na verdade são uns fracassados que só querem ter o prazer na desgraça da vida humana. Se realmente soubessem governar, o mundo não estaria nesse caos. Mas eu não faço parte desse mundo, sou maior que todos esses 'grandes', eu tenho o meu proprio mundo, eu faço parte da minoria, eu cuspo na cara dos governantes. Isso é uma palhaçada.
Estavamos falando sobre a morte, ela realmente seria a minha única saída, eu iria me libertar, mas morte é para os fracos e covardes, que não encaram a vida, essa vida suja na qual estamos sujeitos.
Tudo começou quando eu achei uma solução, eu resolvi escrever sobre o que realmente importava. No começo, queria escrever sobre meus ideais, eu era ingenua, eu queria salvar o mundo da mão 'deles'. Mas a verdade é que quando eu escrevo, meu mundo se torna mágico. Gosto de escrever sobre o que não existe. Bom, eu achava que não existia. Agora tenho certeza de que quando escrevo, algo acontece, não sei explicar, prefiro mostrar a vocês. Precisarão ter sangue frio, pois o que vou lhes contar não é nada doce e romantico, vou falar sobre uma especie de submundo, onde os ditos herois, mostram suas verdadeiras faces.

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